sexta-feira, 1 de julho de 2016

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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Início da operação comercial da Usina Baixo Iguaçu é adiado para 2018

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o adiamento do início da operação comercial da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu para janeiro de 2018. A previsão inicial era de que a primeira das três unidades geradoras da usina começasse a operar ainda em 2016.

Pelo novo calendário aprovado pela Aneel em 19 de janeiro e publicado nesta segunda-feira, 1º, no Diário Oficial da União (DOU), ações como desvio do rio, início da montagem eletromecânica, obtenção da Licença Ambiental de Operação e início do enchimento do reservatório serão executadas até 2017.

Também deverá ocorrer ainda em 2017 o início da operação em teste da primeira unidade geradora. O prazo final de implantação da obra é 11 de maio de 2018, quando as três unidades geradoras já deverão ter iniciado efetivamente a operar comercialmente.
Fonte: Anel

terça-feira, 7 de junho de 2016

Pouco avançaram depois do embargo do TRF

Pouco avançaram depois do embargo expedido pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª região, em junho de 2014.
Segundo o Consórcio Empreendedor Neoenergia, responsável pelo empreendimento, antes da paralisação 30% do cronograma estava concluído. No entanto, depois da retomada das atividades, não houve aumento significativo neste percentual.
Apesar de as obras caminharem a passos lentos, depois de um longo período de espera as contratações começaram a dar sinais de recuperação. A construção da hidrelétrica, que atualmente está em fase de concretagem da área de montagem e casa de força, escavação da fundação do vertedouro e do lançamento da ensecadeira, já depende de mão de obra expressiva.
Desde agosto passado, quando o IAP (Instituto Ambiental do Paraná) renovou a licença de instalação da usina, cerca de 800 pessoas foram contratadas para o canteiro de obras, com maior volume em fevereiro, com 528 admissões. O empreendedor afirma que o objetivo é de retomar o ritmo que havia no auge da obra, antes da paralisação. Neste período, 1,8 mil trabalhadores atuavam no local.
Setores
A retomada efetiva das obras ocorreu somente três meses após a entrega da licença, em novembro de 2015. A maior parte dos funcionários contratados neste ano já trabalhavam na obra antes do embargo. Até o momento os setores que mais demandaram mão de obra são as frentes de trabalho que envolvem as atividades de concretagem, escavação e melhoria dos acessos à obra.
O Consórcio Neoenergia esclarece que a abertura de vagas nas agências do trabalhador de Capanema e Capitão Leônidas Marques, onde estão instalados os escritórios regionais do empreendedor, depende de novo cronograma, que até o momento não foi finalizado e se encontra em processo de planejamento.
A revisão do cronograma foi necessária por conta dos 16 meses em que a obra ficou parada. Conforme o diretor-presidente do Consórcio Neoenergia, Felipe Moreira, não há indícios de que o empreendimento seja novamente paralisado.
“Mantemos um contato direto com o IAP, que cobrava proativamente para que todas as condições ambientais que uma obra desse porte exige fossem cumpridas, além de atender a demanda do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade) para garantir a proteção ao Parque Nacional do Iguaçu. É claro que uma construção como esta pode trazer impactos ao meio ambiente, mas todos os programas serão executados em sua plenitude”, explica Moreira.
Fonte: O Petóleo

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Retornamos a obra qualquer momento, licença para trabalhos dentro do rio pode ser renovada

A Usina Baixo Iguaçu, no sudoeste do Paraná, terá a licença de instalação renovada após um ano das obras paralisadas por determinação da justiça.

Com a autorização do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a Copel e a Neoenergia, responsáveis pela construção da hidrelétrica, discutirão com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) quando as obras deverão ser retomadas.

O documento foi entregue pelo governador Beto Richa, no canteiro de obras da usina, este documento autoriza os trabalhos dentro do canteiro de obras, mais não se pode executar obras ainda dentro do rio e na sua faixa adjacente, este seria uma das principais necessidades, pois o cronograma prevê a construção da ensecadeira.
TRF autorizou a retomada das obras, A decisão do Tribunal Regional Federal foi publicada 10/03/2015, porém com outorga ICMBio do IAP.

Na época, o TRF afirmou que ao emitir a liberação o IAP não considerou a manifestação prévia do ICMBio, que administra o parque. A suspensão vigoraria até que fosse emitido um novo consentimento sobre a construção da usina.

Com a autorização, dada em março, o Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu, antiga Geração Céu Azul, responsável pela obra, ainda precisou cumprir algumas determinações e adequações ambientais para a renovação da licença de instalação da hidrelétrica.

A construção é repudiada por ONGs que alegam que poderá provocar prejuízos irreversíveis ao Parque Nacional do Iguaçu, unidade de conservação que abriga as famosas Cataratas do Iguaçu. A usina também acendeu o alerta da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que chegou a publicar um relatório ameaçando anular o título de Patrimônio Natural da Humanidade concedido à unidade em 1986.
Fonte: G1 em  28/08/2015

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Entenda porque parou a obra da Usina Baixo Iguaçu

A procuradoria da República de Francisco Beltrão, interviu no processo de licenciamento ambiental prévio - LAP, emitido pelo IAP, órgão ambiental do Estado do Paraná, pois a licença não tem parecer do ICMBio e do IBAMA, os pareceres são imprescindíveis haja vista a obra estar localizada na área de influência do Parque Nacional do Iguaçu.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Dados do projeto técnico


Local: Rio Iguaçu - Município de Capitão Leônidas Marquês/PR

REGIÃO:  Sudoeste do Paraná.
 O Rio Iguaçu: com 5 usinas a hidro eletricidade. Foz do Areia, Segredo, Salto Santiago, Salto Osório, Salto Caxias. totalizam 6.674 megawatts de potência instalada. 

Municípios: Capanema e Capitão Leônidas Marques

Estado: Paraná - PR

Tipo de energiarenovável, por hidro eletricidade

Responsável: NEOENERGIA, do Rio de Janeiro/RJ
 
Projeto: Engevix, de Florianópolis, Santa Catarina

Conceito: fio d’águaaproveitada apenas a vazão máxima, natural do rio. A Usina terá a maior área de seu reservatório aproveitando a calha do rio Iguaçu
Tipo: Baixa queda = 15,7 metros apenas

Capacidade instalada: 350,2 MW 

Potência assegurada: 172,8 MW (megawatts)

Potência: Capaz de abastecer de 1 milhão de pessoas. – Ex. Como as cidades de Londrina e Maringá juntas. Ou toda Região Metropolitana da Grande Florianópolis.

Turbinas:  três do tipo Kaplan.

Casa de Força: Do tipo abrigada, no município de Capanema, na margem esquerda do rio.


Infra estutura de apoio: subestação +  linha de transmissão para conectar a usina ao Sistema Interligado Nacional.

Linha de transmissão: terá 60 quilômetros de extensão, ligará Baixo Iguaçu à subestação Cascavel-Oeste (também da Copel) em 230 mil volts. 


Empregos: 2.200 a 3.500  diretos na região, durante os três anos de obra
Sistema: De passagem: Permite à água que entra no início do reservatório sair dele no máximo em 2 dias.
Barramento:  De terra e enrrocamento com núcleo de argila.
Extensão Barragem:  516 metros.
Altura visível da barragem: 15 metros.

Reservatório: 31,63 km² de superfície,  Se descontar a calha do rio, a área efetivamente alagada (e a ser indenizada) é 13,5 Km² (quilômetros quadrados), indo até a Usina Hidrelétrica Governador José Richa (Salto Caxias). 

Indenização: O valor médio de um alqueire na região de Capitão é de R$ 58,5 mil. Isso, segundo lavradores, apenas pelo preço nu da terra, sem as benfeitorias. A empresa se comprometeu a pagar R$ 19,5 mil por hectare. Cerca de 359 famílias devem ser desapropriadas. 1 alqueire =2,4hc e 1hc = 10.000m²

Empreiteira: Odebrecht Infraestrutura SA.



Propriedade: Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu
Empresa Lider do consórcio: Geração Céu Azul

INICIO: 2013

FIM: 11 de maio de 2018 (1º/02/2016, no Diário Oficial da União (DOU)) antes era 2016 + 1 ano, devido a decisão Judicial.

Prazo: Cerca de 36 meses

Investidores:  Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil - PREVI, Companhia Paranaense de Energia - COPEL e Recursos do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC de R$ 1,6 Bilhão (R$1.621.994.000,00)

Destino da energia: Vale (Vale do Rio Doce) comprará 183,0 MW de energia, ao preço de R$99,00/MW hora com CCVE 

TRIBUTO - O ISS da obra: R$ 12 milhões para Capanema/PR e R$ 5 milhões para Capitão Leônidas Marques - PR

Compensação financeira pelo uso dos recursos hídricos: (previsão) R$ 7 milhões por ano de impostos pela utilização dos recursos hídricos, destinados aos municípios de Capanema, Capitão Leônidas Marques, e os atendidos também pelo  Reservatório: Planalto, Nova Prata do Iguaçu e Realeza

ÓRGÃO RESPONSÁVEL: Ministério de Minas e Energia
Gestores Públicos Envolvidos: Ministério de Minas e Energias. ANA, IAP, ICMBio, Prefeituras, COPEL, PREVI, PAC.

Impacto ambiental: Parque Nacional do Iguaçu, foi utilizado o conceito fio d'água que não acumula grande volume hídrico para regularizar a vazão do rio, consequentemente minimizará eventuais impactos ambientais. Cerca de 400 famílias devem ser desapropriadas.
Poderá provocar prejuízos irreversíveis ao Parque Nacional do Iguaçu, unidade de conservação que abriga as famosas Cataratas do Iguaçu. A obras foi auditada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura  -Unesco, que chegou a publicar um relatório ameaçando anular o título de Patrimônio Natural da Humanidade concedido à Cataratas do Iguaçu em 1986.
 O Estudo de Impacto Ambiental e o relatório Final (EIA/RIMA), identificou o maior impeditivo para a implementação da usina, de acordo com o ICMBio, é a proximidade com o Parque. O EIA/RIMA lista 53 possíveis impactos ambientais causados pela instalação ou operação do empreendimento, sendo 45 de natureza negativa e, destes, 29 considerados irreversíveis.
 Ao constatar os graves riscos a que o Parque Nacional do Iguaçu estaria sujeito com a instalação do empreendimento, o ICMBio estabeleceu 13 condicionantes que demonstraram a necessidade de aprofundamento dos estudos da avaliação ambiental da usina para a autorização do empreendimento.
Para os Municípios: Aumento das demandas dos serviços de saúde e da área social, "problema de habitação gravíssimo, O preço do aluguel sobe absurdamente com a especulação imobiliária criada pela construção da usina e acaba empurrando muita gente, que morava na cidade, para as periferias" Prefeito de Capitão... superlotação de creches, escolas e postos de saúde, com as pessoas que foram aos municípios em busca de emprego para trabalhar na construção da usina e, com a paralisação das obras, muitos estão desempregados. comenta a prefeita de Capanema
 
Licenciamento Ambiental:  Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão gestor do Parque Nacional do Iguaçu, e do Instituto Ambiental do Paraná - IAP, com consentimento dos Municípios Envolvidos

NOSSO IMPACTO AMBIENTAL QUE QUEREMOS É ESSE:
      Garantir conforto para você e sua família.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Quem são os Investidores da usina baixo iguaçu - PR


A Companhia Paranaense de Energia (COPEL) é uma empresa pública estatal do governo do Paraná que gera (4.550 MW) em 18 usinas, transmite 1.822,0 km de linhas e 30 subestações de energia automatizadas e telecomandadas e distribui energia elétrica 178.979 km de linhas e 341 subestações 3,4 milhões de unidades consumidoras em 393 municípios, e também nas áreas de telecomunicações atendendo uma população estimada em 2009 de aproximadamente 10.686.247 habitantes e com 8.300 empregados.

Atua nas áreas de :
A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (PREVI) é um fundo de pensão brasileiro que gerencia a previdência complementar dos funcionários do Banco do Brasil. Criado em 16 de abril de 1904, antes mesmo da seguridade social estatal no Brasil, é hoje o maior fundo de pensão da América Latina e 24º (*) do mundo em patrimônio, que gira em torno de R$ 155 bilhões (dados de setembro/2011). Sua sede localiza-se no bairro de Botafogo, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro.

A PREVI é uma entidade fechada de previdência privada, de gestão compartilhada, cuja direção é escolhida 50% pelo Banco do Brasil e 50% por meio de voto direto de seus participantes (funcionários da ativa e aposentados)[1] , sejam funcionários do Banco do Brasil ou empregados do quadro próprio da PREVI. A Instituição trabalha para garantir a esses participantes benefícios previdenciários complementares aos da Previdência Oficial, de forma a contribuir para a qualidade de vida desses participantes e seus dependentes, tendo como função complementar o benefício do INSS dos funcionários aposentados da empresa e pensionistas.[1]

Por gerir imenso volume de dinheiro dos seus associados, a Previ é considerada um dos maiores investidores do Brasil, tendo tido destacado papel durante as privatizações. Hoje, é importante acionista de grandes empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional, Vale S.A. (antiga Companhia Vale do Rio Doce), Embraer e era a maior acionista da Perdigão S.A., agora transformada em Brasil Foods (BRF), após sua fusão com a Sadia. A Previ passou a deter 13,65% do capital da nova empresa.

Em setembro de 2009 o total de recursos investidos pela Previ atingia a soma de 135,5 bilhões de reais.

O Programa de Aceleração do Crescimento (mais conhecido como PAC), lançado em 28 de janeiro de 2007,[1] é um programa do governo federal brasileiro que engloba um conjunto de políticas econômicas, planejadas para os quatro anos seguintes, e que tem como objetivo acelerar o crescimento econômico do Brasil,[2] prevendo investimentos totais de R$ 503,9 bilhões até 2010, sendo uma de suas prioridades o investimento em infraestrutura, em áreas como saneamento, habitação, transporte, energia e recursos hídricos, entre outros